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Small caps: Terra mantém 10 ações na carteira de outubro de 2026

Carteira de small caps da Terra acumula alta de 10,58% em 2026. Veja as 10 ações mantidas para outubro, seus pesos e os preços-alvo definidos pela corretora

A Terra Investimentos manteve as dez ações de sua carteira de Small Caps para outubro de 2026, com peso de 10% por companhia. Voltada ao perfil arrojado e ao longo prazo, a seleção registrou alta de 5,65% em setembro, superando o Ibovespa, que avançou 5,03%, e o índice Small Caps (SMLL), que ganhou 5,23%, segundo os dados do relatório.

No acumulado de 2026, a carteira apresenta valorização de 10,58%, abaixo dos 15,67% do Ibovespa, mas acima do SMLL, que recuou 1,62%. Em 12 meses, o portfólio avançou 16,39%, ante alta de 27,44% do principal índice da Bolsa e de 1,01% do indicador de small caps. Assim, a seleção superou os dois referenciais em setembro, mas ficou atrás do Ibovespa nos períodos mais longos.

A C&A (CEAB3) liderou os ganhos mensais, com valorização de 20,55%, seguida por Azzas 2154 (AZZA3), com 16,96%, e Hypera (HYPE3), com 13,81%. Na ponta negativa, Cury (CURY3) caiu 14,12% e Suzano (SUZB3) recuou 2,43%. A composição mantida para outubro reúne empresas de varejo, saúde, construção, telecomunicações, alimentos, academias, celulose, saneamento e energia.

Empresa Código Peso Preço-alvo em 12 meses
Azzas 2154 AZZA3 10% R$ 22,00
Hypera HYPE3 10% R$ 28,00
C&A CEAB3 10% R$ 16,00
Cury CURY3 10% R$ 40,00
Vivo VIVT3 10% R$ 39,00
Minerva BEEF3 10% R$ 5,50
Smart Fit SMFT3 10% R$ 27,00
Suzano SUZB3 10% R$ 54,00
Sabesp SBSP3 10% R$ 35,00
Axia Energia AXIA3 10% R$ 70,00

No consumo, a corretora destaca a integração entre lojas físicas e canais digitais da C&A e a captura de sinergias da Azzas 2154. Para a Smart Fit, os argumentos incluem expansão da rede e crescimento do TotalPass. Na Cury, a tese se apoia na demanda por habitação popular e na eficiência operacional, enquanto a Hypera permanece na seleção pela perspectiva de normalização das operações, controle de estoques e recuperação das margens.

Nas demais posições, a Terra aponta a recorrência de receitas e a geração de caixa da Vivo, os ganhos de eficiência da Sabesp e a expansão dos ativos de transmissão da Axia Energia. Para Suzano e Minerva, os argumentos envolvem exposição internacional e melhora operacional, com influência dos preços da celulose, do ciclo de proteínas e do câmbio. A composição combina, portanto, negócios ligados ao consumo doméstico, serviços essenciais e exportações, sujeitos a diferentes condições econômicas.

A carteira é um portfólio de referência, revisado mensalmente, e não uma aplicação administrada pela corretora. Os preços-alvo representam estimativas da Terra para 12 meses, sem garantia de que serão alcançados. As recomendações são da instituição, e os retornos divulgados não são líquidos de impostos nem asseguram desempenho futuro.

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