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FII aprova nova emissão e pode captar quase R$ 300 milhões

Nova emissão do VVRI11 será destinada a investidores profissionais, com direito de preferência aos atuais cotistas e captação mínima de R$ 10 milhões

O fundo imobiliário V2 Renda (VVRI11) aprovou sua quarta emissão de cotas, operação que poderá movimentar até R$ 299,3 milhões. A oferta prevê a colocação de até 34,01 milhões de novos papéis, segundo fato relevante divulgado ao mercado.

O preço de emissão foi estabelecido em R$ 8,80 por cota. Com a taxa de distribuição primária de R$ 0,02 por unidade, o valor total de subscrição será de R$ 8,82. Não haverá possibilidade de emissão de lote adicional.

A operação poderá ser concluída mesmo sem a colocação de todas as cotas. Para isso, a oferta precisará alcançar uma captação mínima de R$ 10 milhões, equivalente a aproximadamente 1,136 milhão de novas cotas.

A distribuição será destinada exclusivamente a investidores profissionais, categoria que inclui investidores com mais de R$ 10 milhões em aplicações financeiras e que atendam aos requisitos regulatórios. Os atuais cotistas, entretanto, terão direito de preferência na subscrição.

O fator de proporção definido para esse direito será de 1,93573323287. Na prática, a quantidade que cada investidor poderá subscrever dependerá do número de cotas do VVRI11 que possuir na data utilizada para definição do direito de preferência.

Pela B3, o exercício poderá ser realizado até o nono dia útil após o início do período de preferência. Para operações feitas diretamente com o escriturador, o prazo se estende até o décimo dia útil.

Os recursos líquidos obtidos com a emissão serão aplicados de acordo com a política de investimentos prevista no regulamento do V2 Renda. O fundo concentra sua estratégia em empreendimentos imobiliários destinados principalmente ao uso institucional ou comercial.

Atualmente, o portfólio do VVRI11 reúne quatro empreendimentos, que totalizam aproximadamente 38,6 mil metros quadrados de área bruta locável.

A captação máxima de R$ 299,3 milhões depende da colocação integral das novas cotas. Como a emissão admite distribuição parcial, o volume efetivamente levantado poderá ficar abaixo desse valor, desde que respeitado o mínimo de R$ 10 milhões estabelecido para a oferta.

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