A Inter Asset ampliou sua oferta de investimentos com o lançamento de um fundo de renda variável que monta toda a carteira por meio de ETFs. Batizado de Inter Evolution ETF Ações, o produto permite aplicações a partir de R$ 100 e é destinado a investidores em geral.
O fundo funciona como um fundo de fundos (FoF), mas investe exclusivamente em ETFs. A estratégia permite acessar diferentes mercados, setores e temas por meio desses instrumentos, enquanto a equipe da Inter Asset decide como distribuir os recursos, realizar rebalanceamentos e ajustar os riscos conforme o cenário.
A carteira poderá reunir ETFs amplos de mercado, exposições brasileiras e internacionais e fundos ligados a setores ou temas específicos. A gestora também poderá adotar posições táticas e estruturas voltadas à proteção e ao controle de risco.
Segundo Daniel Castro, CEO da Inter Asset, a proposta é combinar a estrutura dos ETFs com uma gestão ativa da alocação. “Os ETFs são os instrumentos utilizados para acessar diferentes exposições, enquanto a gestão define como combiná-las de acordo com a leitura de mercado e as teses de investimento”, afirma.
Na escolha dos ETFs, a gestora considera fatores como custos, liquidez, qualidade da exposição e fundamentos. O processo também inclui análise do ambiente macroeconômico, avaliação de setores e temas e acompanhamento contínuo da composição da carteira.
O fundo cobra taxa de administração de 1% ao ano e taxa de performance de 20% sobre o retorno que superar o Ibovespa, utilizado como referência. As aplicações são processadas em D+0, enquanto a conversão do resgate ocorre em D+1 e o pagamento em D+2 dias úteis.
A administração fica a cargo da Inter DTVM. A Inter Asset possui atualmente mais de R$ 22 bilhões sob gestão e, com o novo produto, amplia sua atuação em estratégias que utilizam ETFs como instrumentos para diversificação da carteira.
Embora seja composto por ETFs, o produto permanece exposto aos riscos da renda variável e às oscilações dos mercados nos quais os fundos investidos estão posicionados. A escolha deve considerar o perfil de risco, o horizonte e os objetivos de cada investidor.










