A B3 definiu a nova composição do IDIV, índice que reúne ações de companhias com histórico relevante de distribuição de proventos. A carteira passa a contar com 51 ativos de 47 empresas brasileiras e traz mudanças em relação à composição anterior.
Quatro ações ingressam no índice: Bemobi (BMOB3), Copel (CPLE3), Moura Dubeux (MDNE3) e Banco BMG (BMGB4). A definição da carteira considera os dados do fechamento do pregão de 4 de setembro de 2026.
Em sentido contrário, deixam o IDIV as ações da SLC Agrícola (SLCE3), SYN Prop & Tech (SYNE3), Engie Brasil (EGIE3), Ferbasa (FESA4) e Axia Energia (AXIA3).
A Itaúsa (ITSA4) ocupa a maior participação individual na nova composição, com peso de 5,911%. Logo depois aparece a BB Seguridade (BBSE3), responsável por 5,43% da carteira.
A Petrobras possui duas classes de ações entre as cinco maiores posições. Os papéis preferenciais PETR4 representam 5,375% do índice, enquanto as ações ordinárias PETR3 possuem participação de 4,978%.
A Copel, uma das novas integrantes, já estreia entre as maiores posições da carteira. As ações ordinárias CPLE3 passam a representar 4,851% do IDIV, o quinto maior peso da nova composição.
O Índice de Dividendos B3 acompanha o desempenho de uma carteira teórica composta por ativos selecionados segundo critérios estabelecidos pela bolsa, incluindo parâmetros relacionados à distribuição de proventos e à negociação dos papéis.
Por ser um índice de retorno total, o IDIV considera em seu desempenho não apenas as oscilações das ações que compõem a carteira, mas também os proventos distribuídos pelas empresas conforme a metodologia da B3.










