O Ibovespa voltou a registrar novo recorde nominal nesta terça-feira (14), encerrando o pregão em alta de 0,33%, aos 198.657,33 pontos, no quinto avanço consecutivo com renovação de máximas. Durante a sessão, o índice chegou a 199.354,81 pontos, ampliando a sequência de recordes em 2026.
No câmbio, o dólar à vista fechou praticamente estável, com leve queda de 0,06%, cotado a R$ 4,9938, atingindo o menor nível desde março de 2024. O movimento reflete um cenário de entrada de recursos e percepção de estabilidade no mercado doméstico.
No Brasil, os investidores acompanharam dados de atividade que indicam resiliência da economia. O volume de serviços avançou 0,1% em fevereiro, segundo mês seguido de alta, alcançando o maior nível da série histórica, ainda que abaixo das projeções do mercado.
No noticiário político, pesquisa eleitoral apontou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva com 39,2% das intenções de voto no primeiro turno de 2026, à frente do senador Flávio Bolsonaro, com 30,2%. Em eventual segundo turno, o levantamento indica vantagem de Lula, em um cenário que segue no radar dos agentes financeiros.
Entre os destaques do pregão, ações da Vale subiram 1,08%, mesmo com a queda do minério de ferro no exterior, enquanto papéis da Petrobras recuaram acompanhando a forte baixa do petróleo no mercado internacional. Cogna liderou as altas do índice, com valorização de 4,79%.
No exterior, as bolsas de Nova York fecharam em alta diante de expectativas de avanço nas negociações geopolíticas envolvendo Estados Unidos e Irã. Na Europa, os índices também encerraram em território positivo, enquanto mercados asiáticos registraram ganhos com o mesmo pano de fundo.









